Mostrando postagens com marcador FILMES. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador FILMES. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 27 de janeiro de 2009

O CURIOSO CASO DE BENJAMIN BUTTON





"A coisa mais injusta sobre a vida é a maneira como ela termina. Eu acho que o verdadeiro ciclo da vida está todo de trás pra frente. Nós deveríamos morrer primeiro, nos livrar logo disso.

Daí viver num asilo, até ser chutado pra fora de lá por estar muito novo. Ganhar um relógio de ouro e ir trabalhar. Então você trabalha 40 anos até ficar novo o bastante pra poder aproveitar sua aposentadoria. Aí você curte tudo, bebe bastante álcool, faz festas e se prepara para a faculdade.

Você vai para colégio, tem várias namoradas, vira criança, não tem nenhuma responsabilidade, se torna um bebezinho de colo, volta pro útero da mãe, passa seus últimos nove meses de vida flutuando. E termina tudo com um ótimo orgasmo! Não seria perfeito?"

Charles Chaplin


- Assista!!!



.

terça-feira, 22 de julho de 2008

geeeeeeeeeeeeeeeente...





vontade de sair dançando (rodopiando) por ai!


Sites Oficiais:
http://www.mammamiamovie.com/
http://www.abbasite.com/



PS. BREVE NOS CINEMAS...o//

quinta-feira, 3 de julho de 2008

Disney com fundo educativo..o//


(Wall-E / Wall•E, 2008)


Gênero: Animação
Duração: 97 min
Origem: EUAEstréia - EUA
Brasil: 27/06/2008
Estúdio: Walt Disney - Pixar
Direção: Andrew Stanton
Roteiro: Andrew Stanton
Produção: Jim Morris



“Um certo frisson ronda o lançamento de “Wall-E”. Mesmo que as primeiras reações à nova animação da Pixar tenham sido positivas, não se sabe ao certo como o público vai reagir a um filme com poucos diálogos, sem qualquer rosto ou voz facilmente reconhecível, e que tem como temas duas canções do musical “Hello, Dolly!” (Put on your Sunday Clothes” e It Only Takes a Moment”).”


Essa foi a questão levantada pela folha de São Paulo no dia 26 de junho de 2008, dia que antecedeu a estreia do filme no Brasil. Somente a um dia atrás pude conferir a nova animação da DisneyPixar, e me surpreendi com o trabalho apresentado pelo diretor Andrew Stanton, pois, apesar de poucos diálogos, sem qualquer rosto ou voz facilmente reconhecível, e que tem como temas duas canções, o diretor consegue prender a atenção do público e traz a tona varias críticas de relevante valor social para os tempos atuais.
O tipo de filme que poderia ser enfadonho, pois, durante longos “20 minutos” há apenas um personagem em cena: Wall-E, (o último robô do planeta que cumpre obsessivamente a tarefa para a qual foi programado – recolher lixo. E nos intervalos, coleciona objetos deixados pela humanidade, refugiada em uma colônia espacial.), mostra como pano de fundo uma rara história de amor em animação.
É “Wall-E”, que conta a história do robô-gari, o ultimo habitante do grande lixão que virou a Terra num futuro "distante", enquanto a humanidade vive no espaço, preguiçosa ao ponto da imobilidade, consumindo irracionalmente, subordinada às máquinas que pensa controlar. O filme além de deixar uma mensagem ecológica com um fundo bastante educativo, faz uma crítica ferrenha ao consumismo e ao estado inerte da humanidade perante problemas sociais.
***
Links relacionados: