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domingo, 8 de março de 2009

TERÇA INSANA



GOIANIA / GO
TEATRO RIO VERMELHO
Rua 4, n 1.400
Centro de Cultura e Convenções
Portão 6 , Centro
21h - 4/03
Tel. teatro: (062) 3219 3300
bilheteria: (062) 3219 3400













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domingo, 15 de fevereiro de 2009

ADORO..o//




PS. eu quero os dois *o*



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domingo, 8 de fevereiro de 2009

KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK.... (desce redonda)

Geeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeente,





...!

PS. eu que quase nunca paro para assitir televisão dei "trela" ao assistir esta propaganda...o//
e tenho que confessar que me identifiquei (y)!


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sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

Depois da dança do QUADRADO... *o*

... Eyebrows Dance..o//




PS. ficar em casa por causa de um ciso (na verdade dois) pode ser responsável por contribuições "culturais"!!!!



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terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

sexta-feira, 19 de dezembro de 2008

em clima de férias...o//



Stand-up comedy é uma expressão em língua inglesa que indica um espectáculo de humor executado por apenas um comediante. O humorista se apresenta geralmente em pé (daí o termo 'stand up'), e na ausência da quarta parede. Também conhecida como humor de cara limpa, a comédia stand-up privilegia o artista munido apenas do microfone, sem personagem, fantasia ou acessórios. O humorista stand up não conta piadas conhecidas do público (anedotas). É normal que se prepare números com texto original, construído a partir de observações do dia-a-dia e do cotidiano.” (http://pt.wikipedia.org/wiki/Stand-up_comedy)




Leitura “Obrigatória”: Banquete com os Deuses
(Momento Merchandising) Luis Fernando Verissimo/ OBJETIVA






Sites Freqüentados:
http://www.improvavel.com.br/


E VOCÊ, VEM SEMPRE AKI?


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domingo, 14 de dezembro de 2008

...pq é tão bom?

IMPROVÁVEL?

PS. despois eu coloco algo sobre "STAND UP COMEDIAN",

?

segunda-feira, 8 de dezembro de 2008

EU FICO PUTO (A)..o//

Conforme prometi, DEI CONTA *o* !

xDDD (terça Insana),

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sexta-feira, 29 de agosto de 2008

segunda-feira, 11 de agosto de 2008

Alfredo é Gisele

Sora vê, daqui do táxi a gente sabe é cada coisa... Sabe e aprende, aprende até a não ter preconceito. Eu vou dizer cada um tem o seu segredo, tem seu cada qual. Nem que seja uma coisica de nada, no fundo todo mundo sabe que lá dentro tem uma verdade só dele que as vezes nem ele mesmo sabe.
Outro dia peguei um casal assim já de meia idade, bem apeiçoado, lá no Centro, eles tinham ido vê uma tal de uma Ópera, sei lá. Já eram umas 11 e meia da noite, a gente veio bem até o Aterro, entramos em Botafogo e o trânsito emperrou. A mulher já azedou na hora e foi falando para o marido: - Que trânsito é esse, quase meia noite? Não é esquisito, Alfredo?

E o tal do Alfredo parecia um homem rico, mas não era fino, sabe? E também não gostava dela não. O cara era uma múmia. A resposta dele pras conversas da mulher tava mais pra rosnado, sabe?

- Alfredo, isso não é um absurdo? A gente aqui parado num trânsito quase de madrugada, não entendo, é estranho, hoje é sábado. Será que é algum acidente, Alfredo?

Como o homem não dizia nada, eu acabei dando o meu pitaco: - Madame simplesmente aqui, da licença, virou um lugar só de "homensexuais"e mulher gay. É cheio de barzinho deles, a rua toda. Fim de semana ferve. Quem quiser ver homem beijando homem e mulher beijando mulher, se beijando todo mundo junto é aqui mesmo.

- Você ta ouvindo, Alfredo? Meu Deus, eles agora tem até bar pra eles, até rua. Não é um absurdo, Alfredo?

- Ô Onça, ce me conhece, sabe bem como é que eu sou. Pra mim isso se resolve é na porrada. Se eu sou o pai, eu desço do carro e não quero nem saber o que é que entortou, o que é que virou, não quero saber o que é cu e o que é fechadura, baixo o sarrafo na cambada! Eu, com sem-vergonhice, o sangue sobe, eu viro bicho.

Que isto Alfredo pára de falar essas palavras de baixo calão, olha o que o médico falou né motorista?

Eu dei o meu pitaco: - Oh madame, o negócio que ele ta falando é que nem que eu vi lá no filme é uma metáfora. Ele não vai bater, vai só ficar zangado.

- E o senhor sabe lá o que é metáfora? Fica aqui metendo o bedelho na nossa conversa aqui atrás.

- Eu sei o que é metáfora sim! Pelo que eu entendi é assim: aquilo não é aquilo, mas é como se fosse aquilo. Então, em vez da gente dizer que aquilo é como se fosse aquilo, a gente diz que aquilo é aquilo. Mas não é. É como se fosse. Entendeu?
- Eu entendi, mas eu to chocada com essa libertinagem. Olha aquele homem... Alfredo, beijando outro homem, de bigode ainda, Alfredo! Olha Alfredo!
- E hoje ta até fraco. Eu falei. Hoje nem tem os “generais"?
- Que generais?
- General é aquelas mulheres de coturno que parece meio assim um macho. E o outro tipo de general é aquele homem transformista que é a traveca, mas anda é na gillete mesmo.
- Ta ouvindo, Alfredo? Que decadência Alfredo.
- E a gente vai ter que ficar parado nesta merda, ô Coisa?
- Calma Alfredo, não fica nervoso! Isso é questão do nível das pessoas. A gente que tem... Não é motorista? ... A gente tem um nível, a gente tem mais condições, temos que entender essa, essa, como é que eu digo, meu Deus?
- Putaria!
Falamos juntos, eu, ela e o tal do seu Alfredo.
- Cruzes Alfredo, olha aquela moça! Gente, uma menina, dezoito no máximo, e a outra maiorzuda no meio das pernas da coitadinha, fazendo sabe lá o quê! Tá vendo Alfredo aquela alí? Alí, aquela Alfredo, em cima do carro! Olha lá Alfredo, a mão da grandona na menina! Elas vão se beijar na boca, minha Nossa Senhora...
- Que transitozinho, hein jararaca? A gente não vem aqui em Botafogo nunca mais, tá ouvindo ô coisa!
- Mas Alfredo olha as duas meninas! Tá beijando, tá beijando, tá beijando Alfredo! Alfredo! Alfredo! Alfredo! Ela parece... Alfredo é Gisele! Alfredo! Nossa filha!?
- Filha da puuuutaaa...
E desmaiou, o tal doutor me desmaiou, enquanto a jararaca da mulé saiu porta afora de sapato na mão atrás das duas e eu pensando: não quero nem saber, vou encostar o carro aqui mesmo e espero o resolver, que uma
corrida dessa eu não vou perder, que eu não sou bobo e nem sou rico. É
ruim de eu ir embora, heim?
Ai eu fiquei naquela situação: eu com um cara que era um ex-valente todo desmaiado no banco de trás parecendo uma moça, a mulé pisando forte que nem um um macho, um general, indo atrás da filha, quer dizer, tudo trocado e eles reclamando da filha. Se eu pudesse, eu ia lá defender a moça, mas não posso, já que o negócio é de família, né?

Eu não tenho preconceito não, mas é isso que eu tava falando pra senhora: daqui a gente sabe cada coisa! Mas é cada um com o seu cada qual.

Elisa Lucinda


Pra quem quizer assistir a adpatação do texto da Elisa lucinda, eh só acessar o link http://www.youtube.com/watch?v=4_heInE2z2g.


E juro q tentei inserir um video onde a Ana Carolina lê o texto, mais minha paciencia foi curta (hehehe). Vou deixar o link aki tb. Vale a pena assistir. http://www.youtube.com/watch?v=QVDPyG-E9uc


terça-feira, 5 de agosto de 2008

TRT-GO; CONCURSO PÚBLICO - Outubro/ 2003

O abridor de latas!

Pela primeira vez, no Brasil, um conto escrito inteiramente em câmera lenta.
Quando esta história se inicia, já se passaram quinhentos anos, tal a lentidão em que ela é narrada. Estão sentadas à beira de uma estrada três tartarugas jovens, com 800 (oitocentos) anos cada uma, uma tartaruga velha com 1200 (um mil e duzentos) anos, e uma tartaruga bem pequenininha com 85 (oitenta e cinco) anos. As cinco tartarugas estão sentadas, dizia
eu. E dizia-o muito bem pois elas estão sentadas mesmo. Vinte e oito anos depois do começo desta história a tartaruga mais velha abriu a boca e disse:
- Que tal se fizéssemos alguma coisa para quebrar a monotonia desta vida?
Formidável! - disse a tartaruguinha mais nova 12 (doze) anos depois - vamos fazer um piquenique?
Vinte e cinco anos depois as tartarugas se decidiram a realizar o piquenique. Quarenta anos depois, tendo comprado algumas dezenas de latas, partiram. Oitenta anos depois chegaram a um lugar mais ou menos aconselhável para um piquenique.
Ah - disse a tartaruguinha, 8 (oito) anos depois, excelente local este!
Sete anos depois todas as tartarugas tinham concordado. Quinze anos se passaram e, rapidamente, elas tinham arrumado tudo para o convescote. Mas, súbito, três anos depois, elas perceberam que faltava o abridor de latas para as sardinhas.
Discutiram e, ao fim de vinte anos, chegaram à conclusão de que a tartaruga menor devia ir buscar o abridor de latas.
- Está bem - concordou a tartaruguinha três anos depois, mas só vou se vocês prometerem que não tocam em nada
enquanto eu não voltar.
Dois anos depois as tartarugas concordaram imediatamente que não tocariam em nada, nem no pão, nem nos doces. E a tartaruguinha partiu.
Passaram-se cinqüenta anos e a tartaruga não apareceu. As outras continuavam esperando. Mais dezessete anos e nada. Mais oito anos e nada ainda.
- Ela está demorando muito. Vamos comer coisa enquanto ela não vem?
- As outras não concordaram, dois anos depois. E esperaram mais dezessete anos. Aí outra tartaruga disse:
- Já estou com muita fome. Vamos comer só um pedacinho de doce que ela nem notará.
As outras tartarugas hesitaram um pouco mas, quinze anos depois, acharam que deveriam esperar pela outra. E se passou mais um século nessa espera. Afinal a tartaruga mais velha não pôde mesmo e disse:
- Ora, vamos comer mesmo só uns docinhos enquanto ela não vem.
Como um raio as tartarugas caíram sobre os doces seis meses depois. E justamente quando iam morder o doce ouviram um barulho no mato por detrás delas e a tartaruga mais jovem apareceu:
- Ah - murmurou ela - eu sabia, que vocês não cumpririam o prometido e por isso fiquei escondida atrás da árvore.
Agora não vou mais buscar o abridor, pronto!
FIM (trinta anos depois).
***

(FERNANDES, Millôr. In: Trinta anos de mim mesmo, Rio de Janeiro: Record, 1976.)

sexta-feira, 25 de julho de 2008

humor variante


BOM, HA PESSOAS Q SAO ASSIM... NAO SABEM O Q REALMENTE QUEREM... MTOS NAO ENTENDEM O QUADRINHO. REFLITAM!

quinta-feira, 10 de julho de 2008

Tem coisas que compensão chegar até o final... esse texto é HILÁRIO!

- Mãe, vou casar!
- Jura, meu filho ?! Estou tão feliz ! Quem é a moça ?
- Não é moça. Vou casar com um moço. O nome dele é Murilo.
- Você falou Murilo… Ou foi meu cérebro que sofreu um pequeno surto psicótico?
- Eu falei Murilo. Por que, mãe? Tá acontecendo alguma coisa?
- Nada, não… Só minha visão que está um pouco turva. E meu coração, que talvez dê uma parada. No mais, tá tudo ótimo.
- Se você tiver algum problema em relação a isto, melhor falar logo…
- Problema ? Problema nenhum. Só pensei que algum dia ia ter uma nora… Ou isso.
- Você vai ter uma nora. Só que uma nora… Meio macho. Ou um genro meio fêmea. Resumindo: uma nora quase macho, tendendo a um genro quase fêmea…
- E quando eu vou conhecer o meu. A minha… O Murilo ?
- Pode chamar ele de Biscoito. É o apelido.
- Tá ! Biscoito… Já gostei dele.. Alguém com esse apelido só pode ser uma essoa bacana. Quando o Biscoito vem aqui ?
- Por quê?
- Por nada. Só pra eu poder desacordar seu pai com antecedência.
- Você acha que o Papai não vai aceitar?
- Claro que vai aceitar! Lógico que vai. Só não sei se ele vai sobreviver… Mas isso também é uma bobagem. Ele morre sabendo que você achou sua cara-metade. E olha que espetáculo: as duas metade com bigode.
- Mãe, que besteira . Hoje em dia . Praticamente todos os meus amigos são gays.
- Só espero que tenha sobrado algum que não seja… Pra poder apresentar pra tua irmã.
- A Bel já tá namorando.
- A Bel? Namorando ?! Ela não me falou nada… Quem é?
- Uma tal de Veruska.
- Como?
- Veruska…
- Tá.., tá…, tudo bem… Se vocês são felizes. Só fico triste porque não vou ter um neto…
- Por que não ? Eu e o Biscoito queremos dois filhos. Eu vou doar os espermatozóides. E a ex-namorada do Biscoito vai doar os óvulos.
- Ex-namorada? O Biscoito tem ex-namorada?
- Quando ele era hétero… A Veruska...
- Que Veruska ?
- Namorada da Bel…
- Peraí. A ex-namorada do teu atual namorado… E a atual namorada da tua irmã . Que é minha filha também… Que se chama Bel. É isso? Porque eu me perdi um pouco…
- É isso. Pois é… A Veruska doou os óvulos. E nós vamos alugar um útero.
- De quem?
- Da Bel.
- Mas, Logo da Bel ?! Quer dizer então… Que a Bel vai gerar um filho teu e o Biscoito. Com o teu espermatozóide e com o óvulo da namorada dela, que é Veruska. Isso. Essa criança, de uma certa forma, vai ser tua filha, filha do Biscoito, filha da Veruska e filha da Bel. Em termos… A criança vai ter duas mães : você e o Biscoito. E dois pais: a Veruska e a Bel.
- Por aí…
- Por outro lado, a Bel…,além de mãe, é tia… Ou tio… Porque é tua irmã.
- Exato. E ano que vem vamos ter um segundo filho. Aí o Biscoito é que entra com o espermatozóide. Que dessa vez vai ser gerado no ventre da Veruska… Com o óvulo da Bel. A gente só vai trocar.
- Só trocar, né?
- Agora o óvulo vai ser da Bel. E o ventre da Veruska.
- Exato! Agora eu entendi ! Agora eu realmente entendi…
- Entendeu o quê?
- Entendi que é uma espécie de swing dos tempos modernos!
- Que swing, mãe ?!!
- É swing, sim ! Uma troca de casais… Com os óvulos e os espermatozóides, uma hora no útero de uma, outra hora no útero de outra… Mas… Mas uns tomates! Isso é um bacanal de última geração! E pior… Com incesto no meio..
- A Bel e a Veruska só vão ajudar na concepção do nosso filho, só isso…
- Sei !!!
- E quando elas quiserem ter filhos… Nós ajudamos.
- Quer saber? No final das contas não entendi mais nada. Não entendi quem vai ser mãe de quem, quem vai ser pai de quem, de quem vai ser o útero, o espermatozóide… A única coisa que eu entendi é que… Que…? Fazer árvore genealógica daqui pra frente… vai ser foda."




[Luiz Fernando Veríssimo]